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	<title>Arquivos Saúde da Mulher &#187; Clínica Homeostase</title>
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	<description>Fitness &#38; Wellness</description>
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		<title>Saiba o que é a anorgasmia e como a fisioterapia pélvica pode ajudar no tratamento.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Renata]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 May 2021 19:14:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Já ouviu falar de anorgasmia? A falta de prazer é uma disfunção sexual mais comum do que se pensa e tem solução. Leia o artigo e fique por dentro! &#160; A ausência de orgasmo pode ser causada por uma série de fatores. Por isso, não tenha medo de falar sobre a disfunção, pois ela tem [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Já ouviu falar de anorgasmia? A falta de prazer é uma disfunção sexual mais comum do que se pensa e tem solução. Leia o artigo e fique por dentro!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A ausência de orgasmo pode ser causada por uma série de fatores. Por isso, não tenha medo de falar sobre a disfunção, pois ela tem tratamento e a fisioterapia pélvica é um deles!</strong></p>
<p>Falar de sexo ainda é tabu para muita gente. Por isso, buscar a qualidade do contato íntimo pode ser uma barreira, assim como abordar as disfunções sexuais que atrapalham a vida pessoal, como a anorgasmia.</p>
<p>A doença causa a ausência do orgasmo e atinge mais as mulheres, devido a uma série de fatores físicos e psicológicos. São limitações orgânicas e falta de informação interferindo no conhecimento do próprio corpo e na busca pelo prazer.</p>
<p>Mas sabe o que é mais importante? Isso tem solução e deve ser tratado de forma natural! Entender melhor sobre o que é a anorgasmia, suas causas, consequências e, principalmente, as formas de tratamento é o que contribui, de verdade, para mudar a vida de quem sofre com a doença! Siga com a gente nesse percurso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O que é a anorgasmia e as suas causas</strong></p>
<p>Um primeiro ponto a esclarecer, quando se aborda a dificuldade ou incapacidade de chegar ao orgasmo, é saber que esse é um desafio presente na vida muitas mulheres.</p>
<p>O International Journal of Impotence Research, periódico dedicado exclusivamente à pesquisa da impotência e que pertence ao grupo editorial da revista científica Nature, divulgou um estudo de 2004 sobre o tema. Das 1.219 brasileiras entrevistadas, todas com mais de 18 anos, 21% delas relataram a disfunção orgástica.</p>
<p>De acordo com a publicação, fatores físicos ou mentais, como depressão, cardiopatias e <em>diabetes mellitus</em> aumentam a probabilidade da anorgasmia. Além disso, a disfunção também está associada a questões como envelhecimento, doenças que afetam a região reprodutiva do corpo, cirurgias ginecológicas como a histerectomia, uso de medicamentos para controlar pressão alta, alergias, ou pelo abuso de álcool, cigarro e outras drogas.</p>
<p>Isso, é claro, além dos vários aspectos emocionais, mentais e culturais apontados por especialistas. Nesse sentido, entram em jogo:</p>
<ul>
<li>Pressões psicológicas;</li>
<li>Questões religiosas;</li>
<li>Problemas pessoais;</li>
<li>Problemas no relacionamento com o parceiro;</li>
<li>Histórico de abusos sexuais;</li>
<li>Culpa por sentir prazer com o sexo;</li>
<li>Tabu atribuído ao sexo;</li>
<li>Desinformação;</li>
<li>Desconhecimento do próprio corpo.</li>
</ul>
<p>Por isso, falar em anorgasmia é fundamental para a saúde do corpo e da mente, lutando contra preconceitos e buscando soluções para encarar o problema de frente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Sintomas e tipos de anorgasmia</strong></p>
<p>O principal sintoma da anorgasmia é a ausência do ponto máximo de prazer, mesmo quando há estimulação adequada durante as relações sexuais.</p>
<p>Outros indícios incluem orgasmos insatisfatórios e a demora acima do normal para atingir o clímax. E como resultado desse quadro, vem a diminuição do desejo sexual devido à frustração, ou até mesmo a aversão ao contato sexual.</p>
<p>Existem quatro tipos de anorgasmia:</p>
<ul>
<li>Anorgasmia primária: condição em que você nunca teve um orgasmo;</li>
<li>Anorgasmia secundária: dificuldade em atingir o orgasmo, mesmo que você tenha tido um antes;</li>
<li>Anorgasmia situacional: ocorre quando você atinge o orgasmo somente em situações específicas, como durante o sexo oral ou durante a masturbação. É o tipo mais comum de disfunção orgásmica;</li>
<li>Anorgasmia geral: incapacidade de atingir o orgasmo sob quaisquer circunstâncias, mesmo quando você está excitado e com estimulação sexual suficiente.</li>
</ul>
<p>É muito importante ressaltar que a ausência do orgasmo deve ser diagnosticada por um profissional da saúde, como um ginecologista. Para que isso aconteça, o médico terá como base a história clínica e sexual do paciente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Fisioterapia pélvica como aliada contra a anorgasmia</strong></p>
<p>A boa notícia é que a anorgasmia não é uma condição permanente. Em muitos casos, o tratamento é feito com mudanças no estilo de vida, terapia psicológica e terapia sexual. Sem falar na fisioterapia pélvica.</p>
<p>A fisioterapia pélvica é uma grande aliada para combater a anorgasmia. A alternativa é indicada para garantir a qualidade do assoalho pélvico, termo que se refere ao conjunto de músculos e ligamentos que sustentam a bexiga, útero, intestino e a parte baixa do abdômen.</p>
<p>Isso acontece por meio de exercícios específicos para fortalecimento e alongamento da região, o que contribui para além da melhora da musculatura, uma maior conscientização da paciente em relação ao seu próprio corpo.</p>
<p>Outro ponto positivo é que a fisioterapia pélvica pode atuar na prevenção ou como tratamento coadjuvante da incontinência urinária. Afinal, é importante que todo um conjunto de fatores seja trabalhado com o paciente. Vamos a eles?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Autoconhecimento</strong></p>
<p>Trazendo o exemplo do público feminino, mais atingido pela anorgasmia, é fato que muitas mulheres podem ainda ter medo e vergonha de conhecer o próprio corpo, ou aquilo que lhe dá prazer.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Terapia sexual e psicoterapia</strong></p>
<p>Para identificar os motivos do bloqueio durante os momentos de intimidade, a terapia sexual de casal ou individual é uma excelente ferramenta. Até mesmo porque a abordagem psicoterápica também vai tratar de outros desafios que atrapalham o prazer, como estresse e ansiedade. Isso além de avaliar problemas de infância ou fatos que afetam a percepção do prazer no sexo. O paciente vai ter suporte especializado e profissional para entender a relação da falta de orgasmo, por exemplo, com repressão dos pais, crenças religiosas ou traumas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Medicação</strong></p>
<p>Para controlar a anorgasmia, não existe remédio específico. Mas a utilização de medicamentos pode ser indicada no controle de patologias pré existentes no paciente,  que podem ser causadoras da diminuição do prazer sexual.</p>
<p>Ou em casos de mulheres na menopausa, onde também é possível entrar com tratamentos específicos, conforme orientação médica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A Homeostase tem serviço especializado</strong></p>
<p>Se você está procurando reverter a disfunção orgástica, saiba que a Homeostase oferece o serviço de <a href="https://clinicahomeostase.com.br/servicos/fisioterapia-pelvica/">fisioterapia pélvica</a> para ajudar na superação desse desconforto sexual.</p>
<p>Com uma equipe de profissionais especializada, a clínica inicia a terapia a partir de uma avaliação completa, com o objetivo de elaborar o melhor tratamento. Em seguida, nossa Fisioterapeuta especialista em fisioterapia pélvica irá elaborar um protocolo de tratamento específico para você.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Além disso, o trabalho da <a href="https://clinicahomeostase.com.br/a-homeostase/">Homeostase</a> busca desmitificar mitos e romper tabus. Isso é possível graças ao reconhecimento do prazer sexual como fator de saúde física e mental para as mulheres.</p>
<p>Quer cuidar do seu bem-estar, tratar a anorgasmia e garantir mais qualidade de vida ao seu dia a dia? <a href="https://web.whatsapp.com/send?phone=5519976000134&amp;text=">Entre em contato com a gente!</a></p>
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		<title>Osteoporose em Mulheres</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Renata]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Mar 2021 14:14:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A osteoporose é uma doença que compromete o bem-estar, principalmente das mulheres. Entenda o que é, como tratar e prevenir esse problema de saúde tão comum. &#160; Saiba tudo sobre a osteoporose e tenha mais qualidade de vida Você sabia que a osteoporose está associada a muitos casos de fraturas e internações hospitalares de mulheres? [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A osteoporose é uma doença que compromete o bem-estar, principalmente das mulheres. Entenda o que é, como tratar e prevenir esse problema de saúde tão comum.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Saiba tudo sobre a osteoporose e tenha mais qualidade de vida</strong></p>
<p>Você sabia que a osteoporose está associada a muitos casos de fraturas e internações hospitalares de mulheres? É uma doença que afeta principalmente o público feminino mais maduro, devido a alterações hormonais. Leia o artigo para ficar por dentro do que precisa saber sobre o assunto.</p>
<p>Março é um mês especialmente dedicado a celebrar a força feminina. Já no começo do mês, o Dia Internacional da Mulher, 8 de março, chama a atenção para as questões de igualdade de direitos e equidade entre os gêneros. E a saúde da mulher é, sem dúvida, um dos focos do trabalho da Clínica Homeostase. Por isso, preparamos um artigo sobre osteoporose, um tema superimportante em se tratando do bem-estar e da qualidade de vida das mulheres.</p>
<p>Essa é, de fato, uma doença muito mais característica do público feminino. Estima-se que, na faixa etária superior aos 50 anos, a proporção seja de seis mulheres para cada homem sofrendo com o problema.</p>
<p>Dados apurados pela Fundação Internacional da Osteoporose (IOF, na sigla em inglês), em 2019, dão conta de que 200 milhões de mulheres no mundo tenham a doença. O número representava um décimo daquelas com 60 anos, um quinto das com 70 anos, dois quintos das com 80 anos e dois terços das com 90 anos.</p>
<p>Ou seja, estamos diante de um problema de saúde que exige atenção. Acompanhe o artigo para entender melhor o que é, como prevenir e tratar adequadamente essa enfermidade que compromete a saúde das mulheres.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O que é osteoporose, afinal?</strong></p>
<p>Pela definição da Americas Health Foundation (AHF), a osteoporose é &#8220;uma doença sistêmica do esqueleto, caracterizada por uma baixa massa óssea e a deterioração do tecido ósseo, com consequente aumento da fragilidade dos ossos e suscetibilidade à fratura&#8221;. Na prática, como sinaliza o blog do Dr. Drauzio Varella, o que se verifica é uma condição metabólica relacionada à redução progressiva da densidade óssea.</p>
<p>Ele explica que os ossos são uma matriz na qual se depositam complexos minerais com cálcio, o que faz com que estejam em constante renovação. Isso é o que possibilita o processo de reconstituição dos ossos e até mesmo explica uma curiosidade. Você sabia que o esqueleto humano passa por uma completa renovação, em intervalos de mais ou menos 10 anos?</p>
<p>O que ocorre, com o tempo, é que a formação de células novas diminui, o que torna os ossos mais porosos e menos resistentes, configurando a chamada perda óssea. Quando ela é menor, temos a osteopenia, e quando mais significativa, a osteoporose. A razão para as mulheres serem mais afetadas, principalmente após a menopausa, está relacionada à queda na produção de estrogênio e outras alterações hormonais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>De olho nos sintomas</strong></p>
<p>Um grande ponto de alerta com relação à osteoporose é o fato de ela, em geral, ser uma doença silenciosa, que só dá sinais em fases muito agudas. Portanto, atenção plena! Dentre os principais indicativos de que se pode estar diante de um quadro de osteoporose, estão sintomas como:</p>
<ul>
<li>Dor ou sensibilidade nos ossos;</li>
<li>Postura encurvada;</li>
<li>Diminuição de estatura;</li>
<li>Dores nas regiões lombar e cervical, que costumam estar associadas às fraturas;</li>
<li>Ocorrência de fraturas espontâneas em áreas como colo do fêmur, punho e costelas.</li>
</ul>
<p>Esses últimos fatores, por sinal, acabam fazendo da osteoporose uma questão de saúde pública, como veremos em seguida.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Por dentro do diagnóstico e dos fatores de risco</strong></p>
<ul>
<li>O exame determinante para a detecção da osteoporose é a densitometria óssea. É uma investigação por imagem que permite medir a densidade mineral dos ossos do paciente, comparando-os com os níveis referenciais de diferentes regiões do corpo. Dessa forma, é possível classificar a densidade óssea da pessoa examinada.</li>
<li>O tratamento está associado, principalmente, à detecção da causa da osteoporose, em cada caso específico. Além disso, a análise da gravidade do quadro individual do portador vai determinar a escolha dos medicamentos a serem utilizados.</li>
<li>Histórico familiar, deficiências hormonais, alimentação deficiente em cálcio, falta de vitamina D, sedentarismo, tabagismo e consumo de álcool são apontados como fatores de risco.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Prevenção é a palavra de ordem</strong></p>
<p>Lembra que falamos sobre a osteoporose precisar ser vista como uma questão de saúde coletiva? Pois é. Dados da Fundação Internacional da Osteoporose (IOF), de 2017, dão uma boa dimensão disso. Pela estimativa do órgão oficial, a doença está associada à ocorrência de mais de 8,9 milhões de fraturas por ano em todo o mundo.</p>
<p>Outro dado que chama atenção é que, como sinaliza a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), no caso de mulheres com mais de 45 anos, a osteoporose está mais relacionada à hospitalização do que doenças como diabetes, infarto e câncer de mama. Ou seja, os quadros de perda da densidade óssea têm um alto custo para o sistema de saúde, até mesmo porque problemas ósseos acabam exigindo cirurgias delicadas e caras.</p>
<p>Levando isso em consideração é que médicos e outros profissionais de saúde alertam para o fundamental investimento em prevenção. São cuidados que devem ser mantidos desde a infância, já que, como também sinaliza o blog do Dr. Drauzio Varella, até os 20 anos, 90% do esqueleto humano está totalmente constituído.</p>
<p>Alguns hábitos vão fazer toda a diferença, quando o foco é prevenir. Confira só!</p>
<ul>
<li>Potencializar a ingestão de cálcio, com uma dieta saudável e que inclua alimentos que sejam boas fontes desse mineral.</li>
<li>A Vitamina D é um importante agente preventivo. Vale tomar sol nos horários adequados e conversar com seu médico sobre possível suplementação.</li>
<li>Por falar em orientação médica, não abra mão, nunca, dos check-ups e exames regulares.</li>
<li>E não esqueça de que os exercícios físicos são grandes aliados, principalmente os que tonificam a musculatura e estimulam a produção de massa óssea.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A Clínica Homeostase pode te ajudar</strong></p>
<p>Se você, mulher, busca a prática da atividade física como forma de prevenir a osteoporose, ou como auxílio ao tratamento da doença, conte com a <a href="https://clinicahomeostase.com.br/">Clínica Homeostase</a>.</p>
<p>Nós desenvolvemos programas de exercícios planejados e supervisionados por profissionais de alta qualificação e especialidade. Temos, inclusive, um time focado especificamente na saúde feminina.</p>
<p>É a garantia de praticar a atividade física correta, com alguém que acompanha de perto a sua evolução, garantindo os melhores resultados. Isso tudo num espaço pensado para o seu conforto, sua praticidade e segurança.</p>
<p>Converse com a gente para saber mais sobre a experiência oferecida pela Clínica Homeostase.</p>
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		<title>Pressão Alta na Gestação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Renata]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Feb 2021 18:22:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pressão alta é um problema que afeta muitas mulheres. Porém, durante a gestação, o cuidado é ainda mais importante, tanto para a mamãe como para o bebê. &#160; Saiba quais são e como evitar os riscos da pressão alta na gestação. A pressão alta pode ser silenciosa e a prevenção é fundamental para uma gravidez [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Pressão alta é um problema que afeta muitas mulheres. Porém, durante a gestação, o cuidado é ainda mais importante, tanto para a mamãe como para o bebê.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Saiba quais são e como evitar os riscos da pressão alta na gestação. </strong></p>
<p>A pressão alta pode ser silenciosa e a prevenção é fundamental para uma gravidez tranquila, com muita saúde para as futuras mamães e seus bebês.</p>
<p>O corpo da mulher passa por muitas modificações ao longo da gestação. Tudo para se adaptar a esse pequeno ser que o ventre abriga, do início da sua formação até o parto. Por isso, a rotina de cuidar da saúde é fundamental, principalmente no que se refere à pressão alta, um inimigo perigoso para mamães e bebês.</p>
<p>Hoje, se sabe que a síndrome hipertensiva gestacional é uma importante causa de mortalidade materna no Brasil. Além disso, a patologia é responsável por um grande número de partos prematuros, uma vez que a interrupção da gestação se torna a opção mais segura em algumas situações.</p>
<p>Portanto, entender as suas causas e consequências garante uma gestação mais tranquila, pois quem nunca teve, pode vir a ter hipertensão na gravidez. Fato que reforça ainda mais a necessidade do pré-natal e do acompanhamento por profissionais da saúde, para garantir os cuidados certos antes, durante e após o parto.</p>
<p>Isso pode salvar a vida de mulheres e recém-nascidos!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A pressão alta na gestação</strong></p>
<p>Normalmente, as gestantes têm a pressão arterial mais baixa na primeira metade da gestação. Ela volta ao normal ou pode subir ligeiramente na segunda metade da gravidez e mais perto da data do parto. Mas existem casos em que isso não acontece e é preciso muita atenção.</p>
<p>A síndrome surge quando a pressão arterial está acima de 140/90 mmHg. É um problema que pode ser crônico, quando o distúrbio já é observado antes de a mulher estar grávida.</p>
<p>Já a hipertensão específica da gestação surge quando o aumento da pressão sanguínea é observado após a vigésima semana em mulheres, sem histórico anterior. E ele se apresenta de duas formas, como pré-eclâmpsia e eclâmpsia, palavras que causam muito temor às futuras mamães.</p>
<p>A pré-eclâmpsia é um distúrbio vascular generalizado, que ocorre desde a 20ª semana de gestação, podendo se manifestar até o período de quatro a seis semanas após o parto. Clinicamente, é definido pela pressão alta e pela perda excessiva de proteínas através da urina, que recebe o nome de proteinúria, com ou sem inchaço causado pelo acúmulo de líquidos nos tecidos (edema).</p>
<p>Já a eclâmpsia é caracterizada pela presença de convulsões associadas à perda súbita da consciência, descartando epilepsia ou qualquer outra doença convulsiva. Pode ocorrer na gravidez, no parto e no puerpério imediato.</p>
<p>Ainda há o quadro da pré-eclâmpsia sobreposta à hipertensão crônica, quando acontece o surgimento de pré-eclâmpsia em mulheres com hipertensão crônica ou doença renal.</p>
<p>Mas como acontece a pressão alta na gravidez e por que ela é tão perigosa? Vamos entender melhor!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Causas e sintomas</strong></p>
<p>A pressão alta na gestação pode estar relacionada à má alimentação e sedentarismo da mãe ou à formação da placenta. Além disso, existem fatores de risco que podem levar a mulher ao quadro, como a primeira gravidez depois dos 35 anos, obesidade ou diabetes.</p>
<p>Entretanto, o estresse e a tensão do dia a dia também influenciam no surgimento da síndrome, bem como gestações múltiplas e a ocorrência de doenças autoimunes.</p>
<p>Independente das pré-disposições, é muito importante ficar atenta a alguns sintomas de pressão alta, que são:</p>
<ul>
<li>Dores de cabeça constantes, especialmente na nuca;</li>
<li>Dores fortes na barriga;</li>
<li>Visão embaçada e sensibilidade à luz;</li>
<li>Retenção de líquidos que resultam em inchaço em partes do corpo, como pernas ou braços.</li>
</ul>
<p>Se você tem algum desses sintomas, fale com o obstetra o mais rápido possível. Seu médico ou médica vai saber o que fazer no caso de pressão alta, prescrevendo o tratamento ideal para evitar maiores complicações.</p>
<p>E muita atenção: a pressão alta pode ser muito sutil ou até silenciosa. Sendo assim, o pré-natal adequado, com acompanhamento de profissionais da saúde do início ao fim da gravidez, é imprescindível. É durante a consulta que a pressão arterial será conferida, para garantir a segurança da mamãe e do bebê.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Consequências e riscos</strong></p>
<p>Com o pré-natal em dia e o acompanhamento obstétrico adequado, é possível controlar a hipertensão gestacional assim que os sintomas forem relatados e o diagnóstico realizado, ainda no primeiro trimestre. Quanto mais cedo, melhor.</p>
<p>Isso porque, infelizmente, a pressão alta na gravidez pode ser fatal. O desenvolvimento de pré-eclâmpsia pode provocar o aborto, caso não seja tratado da maneira correta, e evoluir para eclâmpsia. As mamães ficam propensas a desenvolver hipertensão arterial crônica, com maiores riscos de infarto e de Acidente Vascular Cerebral (AVC). Sem falar nas convulsões, coma e, até mesmo, a morte.</p>
<p>Para o bebê, a impossibilidade de controlar a pressão arterial, mesmo com o uso de medicação, aumenta as chances de ele vir ao mundo prematuramente e também ir a óbito.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Como se manter saudável</strong></p>
<p>Para evitar essas consequências nada agradáveis da pressão alta na gestação, existem diversos cuidados que podem ajudar.</p>
<p>A dica primordial é manter uma alimentação equilibrada com pouco sal, livre de embutidos, produtos industrializados, frituras e fast food. Inclua no cardápio as frutas, legumes, verduras, leite e seus derivados desnatados, carnes magras e as oleaginosas, como as castanhas, as avelãs e nozes.</p>
<p>Dê preferência a alimentos ricos em ácido fólico, cuja ação vasodilatadora ajuda a baixar a pressão arterial. Entre eles está a lentilha, o quiabo, o brócolis, a beterraba, etc.</p>
<p>Nessa lista também estão o repouso e a ingestão de líquidos, de dois a três litros de água por dia. E se você gosta de um cafezinho, procure tomar apenas um por dia.</p>
<p>Isso sem falar na prática de exercícios físicos, que devem estar presentes em todas as fases da nossa vida. Escolha o que mais lhe agrada, que pode ser uma caminhada, yoga, pilates, hidroginástica, corrida leve e musculação.</p>
<p>Atividades que ajudam a movimentar o corpo e fazem bem para saúde mental, que também precisa estar em dia na gestação. Mas não deixe de falar com o seu médico e com um bom profissional de educação física.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>A Homeostase cuida da saúde das mamães e dos bebês</strong></p>
<p>Na <a href="https://clinicahomeostase.com.br/">Clínica Homeostase</a>, você encontra uma metodologia especial de <a href="https://clinicahomeostase.com.br/servicos/exercicios-para-gestantes/">exercícios para gestantes</a>, voltados ao cuidado da saúde das mamães e dos bebês. Com professores especializados, o treino é personalizado, seguro e adequado para cada fase da gravidez.</p>
<p>São atividades de pilates, musculação e aeróbias, que contribuem para o bem-estar e qualidade de vida das grávidas. Uma rotina que melhora o sono e ajuda na disposição, além de contribuir com a circulação e diminuir as dores nas costas, no quadril e nos joelhos. Isso sem contar a prevenção de doenças como a diabetes e pressão alta na gestação.</p>
<p>E não só somente durante a gravidez que essas atividades trazem benefícios. Elas fortalecem o assoalho pélvico (períneo) e preparam o corpo para o momento do parto.</p>
<p>Faça contato com a Homeostase e marque uma avaliação. Assim, será possível saber o treino ideal para as suas necessidades, levando em conta o seu histórico e os seus exames médicos. Cultive uma gestação saudável!</p>
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